Na reabertura do Congresso, sinais de crise nas relações de Artur Lira e Governo com efeitos preocupantes

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O ano político em 2024 começou com sinais claros de que as cenas expostas dos últimos dias para cá apontando a projeção de enfrentamentos entre setores da Câmara Federal – leia-se presidente Artur Lira – e do Governo com consequências imprevisíveis.

 

Foi o líder do PSB na Câmara, Gervásio Maia, quem expôs desdobramentos da crise ao anunciar que o partido está saindo do agrupamento de Artur Lira e União admitindo busca de novo bloco partidário longe do presidente.

 

São muitos temas e questões numa só realidade de relacionamento,

sobretudo o debate interno sobre vetos de Lula às emendas parlamentares e redução da desoneração – temas tratados com irritação pelo interesse que Lira representa.

 

A crise chegou a determinado tamanho que Artur Lira chegou a insinuar que não tem mais como conviver com o ministro Alexandre Padilha querendo sua substituição, algo que Lula e o governo não aceitam.

 

Em síntese, os próximos dias serão de muito tensão com perspectiva de enfrentamentos, algo que o presidente Lula vai precisar se empenhar em construir nova maioria na Câmara Federal porquanto Artur Lira é tratado como novo é perigoso opositor.

 

Eis a dura realidade posta.

 

 

ÚLTIMA

 

“É peia!”

 

 

 

 

 

Representantes da legenda protocolaram um ofício na mesa diretora da Câmara

247 – A bancada do PSB na Câmara dos Deputados informou nesta segunda-feira (5) que o partido deixará o bloco partidário que reúne siglas como o PP, de Arthur Lira (AL), e a União Brasil. Representantes da legenda pessebista protocolaram um ofício na mesa diretora da Casa. Novo líder da sigla na Câmara, Gervásio Maia (PB) assinou o documento. A informação foi publicada na Folha de S.Paulo.

 

O posicionamento do PSB ocorre em um contexto de novas articulações do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para não deixar a gestão refém do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), que estaria pressionando o chefe de Estadoa demitir o ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha. O petista teria decidido manter o titular da pasta.

Com o PSB, bloco partidário que tinha a presença de Arthur Lira contava com 176 deputados dos seguintes partidos: PP, União Brasil, PSDB-Cidadania, PDT, Solidariedade, Patriota e Avante. Segundo o PSB, não existe definição se o partido irá integrar o segundo maior bloco da Casa, que reúne PSD, MDB, Republicanos e Podemos.

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