Ainda repercute intensamente nos bastidores da política paraibana a cena no Porto de Cabedelo na sexta-feira quando a quantidade de autoridades por metro quadrado asfixiou o tamanho da importância de Poderosos a ponto do prefeito Vitor Hugo sair zangado porque não teve espaço para discursar.
Saiu ainda comentando a possibilidade de construir pacto político com o governador João Azevedo, conjuntura complicada para se efetivar, mas pelo seu radar lá no Porto era o lugar certo para ele defender sua gestão diante de público qualificado, só que o Cerimonial acabou não permitindo.
De fato, o prefeito de Cabedelo assumiu status de quem há tempo não consegue calçar a Sandália da Humildade – algo que lhe faz falta para consolidar estágio de ascensão maior porque a dados de hoje seu nariz anda muito empinado para cima com orgulho besta que um dia será enquadrado no ritmo da vida comum aos normais. Isso, contudo, não exclui o reconhecimento de sua gestão operosa,
HAJA GENTILEZAS
Na cena política do Porto ainda chamou a atenção a troca de gentilezas entre o governador João Azevedo e o senador Veneziano Vital, no ato apresentado como presidente interino do Senado – status para Poucos no lugar.
A impressão que ainda hoje perdura nos bastidores é de que esses acenos podem ir além das conveniências protocolares, até porque o senador como da Base do presidente Lula anda leve como pluma para construção de novos pactos. Será?
É evidente que não é coisa fácil avançar politicamente diante da conjuntura mas, como diria Manoel Gaudêncio e sua tese da dinâmica na política, tudo pode acontecer, inclusive nada.
Eis o flagrante do periscópio da WSCOM em pleno porto atestando o diretor Ricardo Barbosa andando pra cima e pra baixo todo ancho.
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