A Agência Francesa de Negócios vive a finalização de nova fase contratual com a Prefeitura de João Pessoa para desenvolver os quatro Corredores Viários do Centro a quatro áreas de bairros diferentes, mas precisando assinar a ordem de liberação de recursos em Paris. É uma questão de dias apenas.
Esse conjunto de obras vai interferir fortemente na Mobilidade Urbana da Capital capaz de qualificar o escoamento sobretudo do transporte público, sempre a exigir renovação de estratégias públicas de impacto a melhor abrigar os passageiros.
Este conjunto de fatores tem perspectiva de gerar mais desdobramentos no futuro, entretanto, neste momento da cena pública real chama a atenção o impacto e/ou efeito da recente decisão do Tesouro Nacional carimbando a PMJP com o mais alto ranking de gestão fiscal ao consolidar a posição AA+.
Trocando em miúdos, independentemente da existência de realidade política a fazê-lo conviver com oposição, na prática, os novos fatos em torno da performance de Cícero lhe fazem turbinado para a futura fase de debates com o saldo de gestão que acumula.
Eis a síntese da ópera, como se diz lá no bairro da Torre.
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“Em terra de cego/ quem tem um olho é rei”