É grave, muito grave, a realidade de nomes relevantes da Imprensa e da Cultura a exigir amparo com urgência

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Enquanto muita gente trata de suas urgências à base do “salve-se como puder” até diante de muitos conchavos sem alcançar a dura realidade que há, eis que pedimos compreensão e cumplicidade porque a dados de hoje é grande a quantidade de nomes referenciados da Imprensa e Cultura vivendo os piores momentos da vida.

Vamos repetir: as instituições e níveis de governo precisam agir urgentemente, criando mecanismos de proteção social e até previdenciária, porque a lista é imensa de nomes vivendo à míngua, mesmo com suas histórias reconhecidas.

O CASO DE CARLOS ARANHA

Nesta semana, chamou a atenção a presença de líderes da Academia Paraibana de Letras visitando e comemorando 78 anos de Carlos Antônio Aranha de Macedo, um dos mais importantes produtores culturais, influenciador de gerações e acadêmico vivendo a solidão de uma Casa de Acolhimento.

É muito doloroso conviver com o mais importante produtor cultural dos anos 70 e 80, amigo pessoal de Gilberto Gil, Caetano Veloso, Alceu Valença, etc, fazedor das cabeças intelectuais de várias gerações estar vivendo as privações de agora. É inconcebível! Gil, Caetano. Alceu só devem não estar sabendo da realidade de Aranha para não se manifestarem com apoio efetivo!

TEM MAIS GENTE

O pior, e muito pior, é que infelizmente a lista de gente qualificada de anos atrás tanto na Cultura quanto na Imprensa é muito maior passando perrengues e até privações para sobreviver precisando de apoios amigos. São muitas as pessoas e conhecidas.

O QUE FAZER?

Existem vários projetos para, por exemplo, a Funjope consolidar uma espécie de CASA DOS ARTISTAS e até habitações populares atraindo meios de auto sustentação através de mecanismos possíveis.

Um exemplo: todos os artistas que venham a tocar no estado e em João Pessoa deveriam destinar 2% destinados a Fundo de Amparo à Casa dos Artistas como ao fomento dos jornalistas/radialistas na pindaíba. As Secons também deveriam destinar 2% aos famintos da Imprensa atualmente vivendo graves momentos de vida.

Em síntese, o governador João Azevedo e o prefeito Cícero Lucena precisam aderir a esse amparo humanista urgente. antes que seja tarde.

A API, a AMIDI e o sindicatos dos jornalistas e radialistas precisam agir urgente.

URGENTE

“Cada um dá o que tem”

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