PAC mantém Pacto Federativo, mas proporção estadual expõe Sudeste na liderança; Sergipe é 1º no Nordeste

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Não precisa ninguém ser cientista político ou social para identificar num exame superficial dos números apresentados pelo novo PAC 3 anunciado do Governo Lula 3 para entender o aspecto federativo independentemente de condição político-partidário, mesmo que neste conjunto de fortes investimentos o Sudeste, a partir do Rio de Janeiro e São Paulo, se mantêm na liderança de recursos.

Aliás, nesse aspecto de apontamento ignorando completamente o aspecto de influência partidária, o estado de Sergipe é quem se apresenta com a melhor projeção de recursos entre os 9 do Nordeste.

Também contabilizando as ações nesse campo de absoluta distância de valores partidários, até mesmo o estado de Minas com seu governador Zema causando ataques torpes e inconsequentes contra o Nordeste teve o terceiro melhor desempenho do PAC em termos de recursos de todo o País.

Basta ver os números com o Rio de Janeiro abrigando R$ 342,6 bilhões de investimentos, da mesma forma São Paulo com R$ 179,6 bilhões, Minas Gerais na ordem de R$ 171,9 bilhões e Sergipe, primeiro no Nordeste com R$ 136,6 bilhões.

Também pela ordem, projeta-se a Bahia apresentando R$ 119,4 bilhões de investimentos, Paraná logo a seguir com R$ 107,2 bilhões e Goiás na ordem de R$ 98,5 bilhões.

Também os números apontam o Maranhão obtendo R$ 93,9 bilhões seguido de Pernambuco com R$ 91,9 bilhões;

Rio Grande do Sul na casa dos R$ 75,6 bilhões e Pará logo a seguir com R$ 75,2 bilhões.

O Ceará aparece a seguir com R$ 73,2 bilhões, depois seguido do Espírito Santo anotando R$ 65,9 bilhões; Mato Grosso tem R$ 60,6 bilhões e Tocantins com R$ 57,9 bilhões.

O estado do Piauí tem projetado R$ 56,5 bilhões; Santa Catarina R$ 48,3 bilhões; Distrito Federal na ordem de R$ 47,8 bilhões; Amazonas tem R$ 47,2 bilhões e Alagoas com R$ 47 bilhões.

Também pela ordem, Rio Grande do Norte projeta R$ 45,1 bilhões seguido do Mato Grosso do Sul com R$ 44,7 bilhões, Paraíba na ordem de R$ 36,8 bilhões; Rondônia tem R$ 29,6 bilhões e Roraima R$ 28,6 bilhões.

Por fim, Amapá registra R$ 28,6 bilhões de investimentos e o Acre com R$ 26,6 bilhões.

Eis o resumo da partilha do bolo de investimentos para todo País com o detalhe de não fazer vindita política descabível. O governo Lula age correto ao adotar essa postura.

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