O real e a fantasia se separam no final, a síntese do produtor cultural Onaldo Mendes em Vital Farias, que agora se foi

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Vital Farias, um dos melhores compositores e intérpretes da MPB, já dizia faz tempo que o real e a fantasia se separam na vida – “ essas feridas da vidas” – para contextualizar a despedida de Onaldo Mendes nesta sexta-feira, 5.

Conheci Onaldo em 1979 durante os Jogos Universitarios Brasileiros – apresentando a programação cultural do grande evento ao lado de Jose Crizologo, autor da Logo do JUBS. Já ali lhe sabia e via muito proximo da produção de Zé Ramalho, por exemplo.

Ao longo dos anos sempre lhe vi dedicado à produção cultural durante todo tempo, de uns tempos para cá envolvido com a temática do Turismo até porque assumiu o projeto “Feijão Amigo” – uma beleza de confraternização.

Até onde a vista alcança de um tempo em diante, ele absorveu a onda bolsonarista o que me fez entendê-lo, mas divergindo de sua opção conservadora posto que sua história ramalhiana indicava a direção inversa, da solidariedade com inclusão.

Seja como for, Onaldo Mendes partiu para outro plano humano levando consigo sua luz de beleza humana especial.
Inté.

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