O Neoliberalismo resiste à vitória de Maduro em meio a apoio da China, Rússia e Índia; Brasil resiste no equilíbrio

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Os números apresentados pelo resultado das eleições na Venezuela apontando a reeleição por mais 6 anos de Nicolas Maduro na presidência do País expõe de forma clara a divisão global com os países socialistas referendando o processo eleitoral diante da reação Neoliberal, inclusive de setores do Brasil, contestando o resultado.

O fato é que em meio à radicalidade entre o bem e o mal, nem sempre sendo assim, na prática, o Brasil exerce papel determinante neste momento porque arbitra de forma sensata e estratégica posição adequada e oportuna para balizar o futuro das eleições na Venezuela.

Aliás, ninguém, absolutamente ninguém, pode duvidar da posição do governo brasileiro liderado pelo presidente Lula porque o Brasil sempre soube respeitar as
Situações internas da Venezuela e por condenar previsões de “banho de sangue” de Maduro lhe fez soberano nas diversas situações.

Seja como for, vamos aguardar a posição do Brasil porque dentro do pragmatismo normal, os Neoliberais e Progressistas estão em confronto em não aceitar o resultado pela Comissão Eleitoral acusado de apoiadora de Maduro.

O fato é que venceu.

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