A manipulação americana ampliada no Ocidente e a grande “guerra” de narrativa entre agressões sem fim. Em tempo: o maior foco é mesmo o petróleo

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Ao longo dos últimos dias, temos acompanhado com preocupação uma enxurrada desmedida em torno das eleições na Venezuela que, com base no meu quengo e na memória, só me faz lembrar dos tempos em que era adolescente no bairro da Torre, diante do cinema Metrópoles.

Desde o século XX, muitas décadas atrás antes da Inteligência Artificial em 2024,os americanos impuseram seu conteúdo cinematográfico a partir de Hollywood para todo o Ocidente, inclusive o Brasil, para absorverem seu olhar ideológico bem diferente das aldeias, mas que servia para homogenizar os olhares sob sua ótica da dominação.

Mutatis mutandi, como acontece na atual fase da guerra agora global sobre narrativas, não quero culpar nem inocentar ninguém, mas quando jovem vendo os filmes de faroestes americanos – invariavelmente eu torcia “imbecilmente” pelos militares americanos fardados e bem postos esteticamente CONTRA os indígenas também sempre expostos com a cara do mal.

Esta é síntese passada renovada décadas depois sobre assuntos que dividem a sociedade sob a manipulação da mídia e seus agentes invariavelmente comprometidos com a narrativa dos manipuladores. No Brasil isso está vasto, confunde e faz muito mal.

Ainda voltaremos ao assunto, mas a democracia como bem fundamental não é o maior foco dos interessados externos à Venezuela, embora ela sirva de maior argumento, porque o establishment na verdade defende é a usurpação do petróleo venezuelano, que ainda abriga quem defenda sua soberania.

Ainda voltaremos ao tema

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