A dados desta sexta-feira o quadro sucessório no Senado e na Câmara Federal com influência direta na Paraíba apresentava um cenário diferenciado nas aspirações dos senadores Efraim Morais e Ney Suassuna este último buscando a liderança do PMDB no senado e o outro pleiteando a eleição na Primeira Secretaria em disputa com Edison Lobão.
De acordo com dados obtidos pela Coluna, a situação está resolvida na direção de Ney, que conseguiu o apoio geral do PMDB, portanto, se consolidará nessa posição a partir da próxima segunda-feira, enquanto no caso de Efraim o caso é mais complicado.
O próprio parlamentar do PFL paraibano dizia, ontem, na boca-miúda que o páreo é duro, sobretudo, com a entrada pra valer do senador José Sarney cabalando votos para seu conterrâneo do Maranhão, o que, em tese, tem gerado endurecimento na disputa no Senado da base pefelista.
Para se ter uma idéia, até a senadora Roseana Sarney, de licença, voltou com toda a carga e vai votar na segunda-feira. Aliás, Efraim tem até o domingo para reverter adversidades e consolidar sua eleição porque já está programada na segunda-feira uma reunião definitiva do PFL para bater o martelo em torno de quem tiver maior número de votos.
Nos dois casos de Ney e de Efraim a inserção dos senadores paraibanos no processo é salutar para o Estado da Paraíba porque serve como instrumento de alguma visibilidade e influência nas discussões e encaminhamentos decisivos do Congresso Nacional.
Tem mais: de acordo com o resultado obtido, isto é, com a hipótese de eleição dos dois isso pode redundar em mexida relativa nas relações partidárias para 2006, imaginando a hipótese do governador Cássio Cunha Lima.
Pelo sim, pelo não, neste momento Ney está melhor posicionado, mmas Efraim, obstinado, não desiste.