O Fórum dos Governadores do Nordeste nesta quarta e a esperança de um rumo de melhor futuro

Enquanto a cena se derrete com erros, desencontros e crises internas no Governo Bolsonaro (PSL) em menos de Cem dias, as atenções se voltam para a nova reunião do Fórum dos Governadores do Nordeste programada para esta quarta-feira (13), em São Luiz (MA), no Palácio dos Leões, quando a pauta é apontar caminhos concretos para o futuro a exigir muito dos governadores, até porque a dados de hoje a União ainda não apresentou seus projetos para o Nordeste.

 

Em que pesem problemas acumulados na Previdência, estouro ali ou acolá com pessoal e os problemas caóticos advindos da violência, crise na saúde, etc, o Nordeste reúne a melhor safra de novos líderes políticos fora da orbita do novo Coronelismo moderno, porque são os números da contabilidade mais os resultados de gestão a apontar 9 governadores progressistas.

 

CONSÓRCIOS COMO NOVO MODELO

 

O Fórum dos Governadores liderado pelo anfitrião Flávio Dino, já se insinuando para disputar a Presidência da República, está para anunciar a novidade dos Consórcios – modelo de gestão legal para os Estados produzirem acordos diversos nas diferentes áreas, visando reduzir preços e implodir a corrupção.

 

A experiência chama a atenção porque tudo ocorre nesta fase de imobilismo do Governo Federal, sem nenhuma perspectiva concreta de reaquecimento econômico e social no Nordeste, enquanto os governadores buscam saídas inteligentes e praticáveis.

 

VELHOS PROBLEMAS

 

Os governadores devem reproduzir antigas queixas reportando-se a velhos problemas, como a situação insuportável da Previdência estadual, mais o represamento dos Royalties do petróleo, o FUNDEB, solução definitiva ao enfrentamento da violência, liberação de empréstimos, etc, diante do Governo que só apresentou pré-projeto da Previdência e Anticrime.

NORDESTE COMO REFERÊNCIA

 

O modelo a ser apresentado pelos governadores representa a realidade de 9 estados comandados por uma leva de gestores qualificados e antenados noutra direção do Estado mínimo, porque entendem a redução das desigualdades e a inclusão social bem resolvida como pauta central do País.

 

É desta gente que o Brasil vai seguir sentindo orgulho das políticas públicas inclusivas e desenvolvimentistas.

 

Tenho dito.

 

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