A vida e o mundo como cenário insiste a nos dizer que de pouco valem o ódio ou a vaidade exacerbada humana quando o limite de permanência em solo pátrio é fator de sopro em si de vida. Dois personagens importantes da Paraíba nos remetem a esta antiga lição: de um lado a postura correta e capaz do médico Rosandro Montenegro, ex-diretor do Sicredi, e do bruxo midiático, Antonio Hino, esteio da TV ARAPUAN.
Pensei muito em Rosandro e Hino neste domingo pelo que representaram intermediando sentimento e memória assistindo vez em quando o documentário sobre um dos mais importantes gênios da dança Russa, Nijinski, cujo desfecho na vida acumulou fama internacional e fracasso.
NOSSOS NOMES DE REFERÊNCIA
Antonio Hino se traduz como volúpia artística de um personagem aparentemente mediano, mas que se transformou por trás das câmaras em um produtor de marca maior.
Não cursou o DECOM nem as escolas do Sul, mesmo assim soube se reinventar no aprendizado duro da vida. A primeira imagem do nissei foi nos bastidores da TV Correio até chegar à TV ARAPUAN, onde fez a melhor parceria de sua vida com João Gregório.
Poucos sabem, mas sala escura onde operadores se revezam era quem cuidava de cenários e do timing de cada apresentador.
Lá se vai assim um Diretor qualificado, que começou do Zero e se impôs, além de conhecedor da máxima de que para crescer tem de suar.
ROSANDRO MONTENEGRO
Quem o conheceu em vida terrena sabe de postura discreta, mas firme, domador de duas naturezas muito difíceis – o exercício da Medicina e da gestão cooperativista de médicos. Podem parecer coisas parecidas, mas não são. Muito ao contrário.
Enquanto vida teve foi dedicado aos dois maiores projetos de sua vida, agora sua família e amigos como Dr. Wilson Moraes e Reginaldo Tavares.
Eis um Homem Bom, profissional capaz e Gente a fazer falta nos tempos de hoje.
QUANTO A NIJINSKI
Sugiro ver o canal Curta e apreciar uma histórica fantástica e reveladora.