Dilma, o pós programa do PSB e o diálogo com Nordeste

{arquivo} A semana começa com a presença da Presidenta Dilma Rousseff em Teresina com vasta programação. A partir de agora, melhor dizendo desde o último encontro de Aracaju, ela estará convocando os prefeitos dos diversos municípios para trato direto sobre questões estruturantes ou problemas imediatos com as presenças de vários ministros de Estado dando solução ao que precisa dar. Aliás é preciso contextualizar tudo isso dentro da nova conjuntura e do programa do PT onde Lula e Dilma se reportam ao novo Brasil em resposta direta, mesmo sem mencionar, ao programa do PSB (Eduardo Campos).

Esta é a essência de uma nova estratégia que a presidenta está colocando em implementação devendo fazer o mesmo em todas as Capitais do País, em especial do Nordeste e do Norte, como também já está programado.

Dilma deixará Recife/Pernambuco para mais na frente, depois que for sexta-feira próxima a Natal e, na sequência, João Pessoa como de sorte ás demais capitais nordestinas.

A engenharia política posta em prática, sob inspiração da Ministra Ideli Salvatti, sem que se pronuncie qualquer palavra ou expressão conjuntural, termina sendo o mais duro recado ao governador de Pernambuco, Eduardo Campos, de que o Governo vai se manter atento e ampliando as ações para impedir eco dos protestos contidos do líder do PSB se enfronhando como provável candidato à Presidência da República.

Trata-se de uma tática de dialogo direto com os prefeitos, sob as bênçãos dos governadores aliados (ou não), embora o caso de Eduardo ainda esteja para se definir porque, mesmo levantando criticas ele se mantém na base aliada do Governo.

Nesta noite de domingo chuvoso na Paraiba, rememoro as expressões de uma Alta Fonte da Corte brasiliense dizendo que quem tem prazo não tem pressa – numa versão bem amena de que, como Dilma e o PT têm um tempão à frente não vão entrar na canoa de enfrentar o discurso de Eduardo diretamente ou criar cismas de rompimento, mas vão agir para torná-lo enfraquecido na relação com a sociedade e os prefeitos – eleitores fundamentais da eleição do próximo ano.

PT E DILMA RESPONDEM COM ‘NOVO BRASIL"

{arquivo}O ex-presidente Lula voltou à cena co-adjuvando com Dilma as novas inserções da propaganda do PT mostrando aspectos da realidade brasileira que, da forma posta, responde aos questionamentos de Eduardo Campos com resultados e perspectivas para o que denominaram de "Novo Brasil" – a fase adiante.

Lula mostra que já foram tiradas da miséria milhões de brasileiros, aumentado o emprego a renda e o capital (o crédito). Mas, na fala de Dilma – como se viu – repõe que para cuidar de ecconomia dinâmica só se faz com qualidade à altura do novo Brasil.

Neste aspecto, das inserções, a essência da propaganda está na expressão "do Povo, com o Povo e a Para o Povo" – o diálogo que tende a buscar o aval da população, sobretudo dos mais humildes, para construir a reeleição da Dilma.

O FOCO EM QUEM MUDOU DE VIDA

No programa, Dilma e Lula expõem as mudanças no País não só em quantidade de novidades nos diversos campos da vida nacional, mas enfatizam as mudanças no Governo do PT levando 40 milhões de brasileiros para a Clase Média, 36 outros milhões saindo da miséria e – este é um foco – elevando para o crescimento de vida no Brasil o homem simples, as mulheres e os negros.

Daí reforçam a tese de "o Brasil vai crescer cada vez mais" – algo que se contrapõe ao discurso pessimista do governador pernambucano.

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“Esse jogo não vai ser um a um…”

 

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