Existem dois tipos de pessoas: as que gostam e as que não gostam de carnaval. Eu me incluo no primeiro grupo, pois desde pequena que não posso ouvir um bombo tocando que começa o remelexo. As que não gostam, são aquelas que não vibram com o fuzuê e vão só dar uma olhadinha, quando o Carnaval exige entrega e bagaceira, o álcool é somente mais um ingrediente da fantasia, mas não o único.