A reação diante de Roberto

BRASILIA – Bastou o comentário sobre os movimentos do senador Roberto Cavalcanti podendo construir a candidatura a Vice do governador José Maranhão para pipocar dentro da base aliada do governo uma reação em cadeia contrária à pretensão.

Um peso pesado ligado ao Governo informou ao WSCOM que a vice-governadoria estará ou com o PT – hoje já ocupada pelo
petista Luciano Cartaxo ou o nome ligado ao prefeito Veneziano Vital. Não há a hipótese de Roberto ser o candidato, garantiu.

Tem mais: outro peso pesado do grupo aliado de Maranhão deixou
escapar que para ser candidato ao senado, Cavalcanti precisará
construir sua viabilidade eleitoral sem a qual, disse, não entra em
campo.

Só que, pelo que deixou transparecer o senador, o jogo só será
mesmo jogado em 2010, portanto, até lá ele e seu partido vao estar
´livre, leve e solto´. Frase assim, como dizia minha mãe Maria Júlia
(in memorian), ” poucas palavras bastam”.

A rigor este é o primeiro fato triscando de leve a permitir situações
dificeis entre o senador, seu grupo e a base aliada – especialmente
o Governo, de onde Roberto cobra pela fundamental importância
de sua participação no processo que culminou com a cassação do
ex-governador Cássio Cunha Lima.

Como com Roberto ninguém brinca, do mesmo jeito que com Maranhão não se impõe nada, o tempo será o componente fundamental para saber se tudo isso é apenas um freio de
arrumação ou pode gerar fissura – o famoso racha comum nas
peladas do Castelo Branco.

Por enquanto é observar, observar e observar.

Efraim aceita ser vice?

O senador Efraim Morais garantiu ao colunista nesta quarta-feira que está fechado com o
ex-governador Cássio Cunha Lima com dobradinha feita para enfrentar
qualquer situação, assegurou ele.

De fato, Efraim não é de brincar com coisa séria, por isso programa reunião
quentura para esta sexta-feira quando o DEM vai encaminhar posição:
se espera o PSDB ou sai logo na direção dos braços de Ricardo.

Mas, quem conhece o senador, sabe que ele é cauteloso e vai querer garantias
para preservar seu direito de disputar a reeleição no Senado.

O que ele precisa estancar, enquanto é tempo, são os comentários na direção
de uma outra hipótese – dele ser vice de Ricardo, ao impensável neste momento no tutano
do filho de Inácio Bento.

Haja coração!

Ainda o camarada Júlio

Por e-mail o renomado advogado Fábio Andrade envia comentário ainda sobre a
Coluna de domingo passado, quando num dos trechos fizemos abordagem sobre
as análises em desconformidade do economista Júlio Rafael em matéria de PT
e da política. Disse e repito que nosso camarada tem errado nas avaliações.

Solidário a Júlio, algo normal, Fábio Andrade viu na análise uma espécie de
acusação grave à conduta politica do importante petista, por isso chegou até a
mencionar ex-amizade, que na verdade ou se tem ou não tem.

Acato com a mesma tristeza esposada por Fábio porque nunca e em nenhum
momento de toda a minha vida ofendi a honra ou a moral de quem quer que seja,
especialmente o camarada Júlio Rafael Jardelino.

Agora, se amigos não podem conviver com análises conjunturais frias – no meu
caso não posso trocar o exercicio critico por uma missao qualquer de critico de
culinária, algo a que nao me sinto preparado para tal.

Por isso sigo tranquilo, respeitando Júlio e tantos nomes da política, distinguindo
as coisas porque o exercicio da politica é coisa séria e como tal precisa ser
tratada para nao encobrir erros casuais ou ver chifre na cabeça de cavalo
indevidamente.

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